Não merecia ter entrado escondida como comentário de minha postagem (Valendo!), lá embaixo.
Assim como o Alisson Valadão anteontem, a Márcia aqui inspira a confiança de quem esteja começando a leitura. Isso faz muita diferença, pois aquele tanto de confiança a mais investido no que o livro propõe (que é confiar em si mesmo) pode decidir um grande efeito terapêutico no final.
Márcia, gostaria que você mesma estivesse fazendo esta postagem como colaboradora do blog (recebeu o convite?). Aliás, nesta altura você já deve ter terminado a leitura.
Que tal uma postagem
atualizada?
Márcia Fiorilo disse...
Olá a todos que ainda passarão por aqui...
Minha compra é recente e não terminei de ler o livro. Estou ainda um pouco além da metade...
O que dizer?... Bem, eu já dividia com o autor a mesma opinião contrária ao uso de drogas... Prefiro ter apenas um problema...
Acreditem, é possível vencer o pânico sem drogas.
Tinha crises horríveis...Corria para hospitais achando que ia morrer... Descia de ônibus no meio do caminho e gastava vidros e mais vidros de descongestionantes achando que me ajudariam a respirar.
Há mais de um semana que não sinto nada... Comecei a ver as minhas crises como pedidos de ajuda meus para mim mesma e não mais como uma doença. Comecei a entender, aos poucos, que quem mais precisa de mim sou eu mesma... Que na ausência de outras pessoas e nas grandes mudanças da vida tenho que estar "sempre ao meu lado".
Recomendo muito o livro àqueles que passam pelo mesmo problema do pânico...
É, sem dúvida, um excelente trabalho.
13 de Outubro de 2008 09:25
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